domingo, outubro 30, 2011

O PS nunca pode faltar ao país

seja em que circunstância for e sejam quais forem ou venham de onde vierem os ataques, as vilezas e as manobras para diminuírem o nosso papel na sociedade portuguesa e junto do povo português. 
Ao longo de mais de 30 anos sofremos tudo isso e resistimos! 
O país está sob resgate de um conjunto de instituições mundiais e beneficia da assistência financeira de muitos países, sobretudo da Europa comunitária, uma assistência que nós próprios pedimos e que nos era necessária. O mínimo que podemos fazer agora é honra o nosso compromisso, cumprindo-o. Não estando no governo, por muito que nos custasse, tínhamos a obrigação de votar a favor do orçamento do estado se este fosse um governo sério e se à sua frente estivesse um primeiro-ministro capaz e à altura das responsabilidades que o país lhe confiou. Infelizmente, não temos nem uma coisa nem outra.
Só nos resta, pois, abstermo-nos, como sinal do nosso protesto e como penhor da nossa honradez.  
Ao contrário do soldado russo que empunhou a bandeira soviética no cimo do reichstag, três dias antes da queda de Berlin, nós não temos dois relógios no punho contrário.


João Paulo Pedrosa 

A herança do sr Lúcio

(Tomé Fèteira) como nós aqui na Vieira o conhecemos é, infelizmente, muito da história dos pobres ou remediados, com o dinheiro.
Tudo o que há de mau na natureza humana está retratado aqui, no dinheiro.
Ganância, interesses, poder, calculismo, inveja, crueldade e morte!
Nesta herança há de tudo menos o cumprimento da vontade do próprio. Não queria que a família da mulher ficasse com a maior parte do dinheiro que ele arrecadou, deixou o mínimo à filha, que foi do acaso, recompensou a "secretária" que se esqueceu disso e deixou à sua terra e aos mais necessitados o máximo que podia, mas que nunca vão conseguir usufruir de nada. Triste fim para um desejo tão nobre...

Era bom saber o destino dos dinheiros de Duarte Lima (que são da herança), sobretudo na política, que campanhas financiou e quem eram os seus amigos mais próximos e, já agora, porque se preocuparam tanto com a morte da D Lina (Rosalina Ribeiro). É que no crime de Duarte Lima tudo bate certo, acho que não falta um único pormenor, nem um só radar e ele ainda não disse nada. Nem nos filmes bate tudo assim tão certo, vamos aguardar...


João Paulo Pedrosa