quarta-feira, março 29, 2006

A caminho de Camp Nou


Ricardo Rocha, Leo, Simão e Micolli



João Paulo Pedrosa

domingo, março 19, 2006

(post it 12) Dia do Pai

Francisco 19/Maio/2006


Não vale a pena complicar, o que é simples...


FG

domingo, março 12, 2006

(post it 11) Com PT Quem Ganha é Você

Esta semana o Conselho de Administração (CA) da PT, pela voz do seu presidente, apelou aos accionistas da telefónica para rejeitarem a oferta da Sonae, comprometendo-se ainda a distribuir três mil milhões de euros pelos accionistas, até 2008.
Ou eu não percebi nada do que o Sr. disse ou há aqui coisas que só fazem sentido num país em que qualquer um diz o que lhe vem à cabeça de forma impune.
Que eu saiba o Conselho de Administração de qualquer empresa não tem poderes para distribuir resultados pelos seus accionistas. Esta decisão cabe única e exclusivamente aos accionistas em assembleia geral. O Conselho de Administração pode sim propor essa distribuição, não mais do que isso. Então como é que se prometem dividendos a atribuir até 2008? Só se o Estado, que detem uma golden share (uma única acção que permite ter a maioria dos votos) deu essa indicação ao CA, e nesse caso está claramente contra a OPA que tanto elogiou. Não se percebe.
Por outro lado, só se podem distribuir resultados que existam, que já tenham sido gerados, pelo que, não se sabendo se a PT continuará a ter lucros nos próximos anos, presumo que os resultados que o CA promete agora distribuir (até 2008), serão os do exercício de 2005 e/ou anteriores. Se assim não for, não se percebe.
Acresce que, sabendo-se que este CA tem os dias contados (já foi afirmado publicamente que vai ser substituido) será legítimo que o mesmo venha fazer estas promessas? Que venha condicionar a politica de distribuição de dividendos para os próximos anos? É que, se na prática o pôde fazer, moralmente não me parece aceitável. Até porque a distribuição de resultados implica descapitalização da empresa e implica equacionar questões que se prendem com o financiamento da mesma, incluindo o financiamento dos grandes investimentos previstos.
Devo ter sido eu que não percebi.


FG

quinta-feira, março 09, 2006

Ah leão !!!



João Paulo Pedrosa

terça-feira, março 07, 2006

E. LECLERC, uma história do arco da velha

Uma nota prévia.
Há um mês atrás, a coligação PCP/PSD, convenceu os vereadores do PS a votar contra a proposta do hipermercado Feira Nova, com o argumento que havia um parecer técnico de indeferimento da câmara (Divisão de Infra-Estruturas e Redes Municipais) indicando uma sobrecarga das infra-estruturas viárias.
Durante o fim de semana, analisando o projecto do E.LECLERC que ia ser votado na segunda-feira, qual não é o nosso espanto quando verificámos que, com o mesmo parecer técnico, a proposta da câmara já não era de indeferimento mas sim de deferimento. Que tipo de razões, perguntámo-nos, é que podiam levar a câmara a tomar duas deliberações diferentes na base do mesmo parecer técnico ?
Embora baralhados, fomos para a reunião de câmara dispostos a cumprir, em coerência e na base dos mesmos pareceres técnicos, a mesma posição, esperando, naturalmente, poder revê-la se os argumentos do Presidente da Câmara nos satisfizessem, como aconteceu com o Feira Nova.
Assim, na reunião, pedi ao PC para explicar a proposta de deferimento, as razões e até as conversações que teve com os promotores a fim de ficarmos mais inteirados do processo. Para espanto geral (a reunião foi pública) o PC diz, "a proposta não é minha é do vereador Cascalho". Meio refeito do que acabava de ouvir, ainda tentei retorquir, "mas o senhor é o presidente, os pelouros são seus, os vereadores apenas ajudam o presidente, não têm poderes próprios..."
Sem saber bem o que fazer, virei-me para o vereador da coligação eleito nas listas do PSD e perguntei, " e o vereador responsável pelas infra-estruturas, qual é a defesa que faz da proposta, que razões explicam a decisão após análise dos pareceres técnicos ?". Fez-se silêncio! Mais silêncio! Às tantas diz o PC, " o vereador não quer falar, não quer falar e eu não o posso obrigar..."
Perante o cenário de discussão democrática mais surrealista de que pode haver memória, estava tudo percebido, o PC levava uma proposta de deferimento de um projecto que não tencionava subscrever. Deixo à consideração dos leitores os adjectivos que qualificam este comportamento por parte do presidente câmara.
Colocada à votação, a proposta de deferimento foi rejeitada no seio da coligação PCP/PSD com os votos contra do presidente da câmara e do vereador eleito nas lista do PSD.
Como dizia Sá de Miranda ... "m' espanto às vezes, outras m'avergonho"



João Paulo Pedrosa

O primeiro neto



João Paulo Pedrosa

quarta-feira, março 01, 2006

Sem novidade, a classificação da 1ª liga